Excesso de radiações mata uma doente no Hospital publico /privado Escala - Braga
«Uma mulher foi "esquecida" dentro de uma máquina de fototerapia durante 20 minutos. As queimaduras provocadas pela exposição foram tão graves que acabou por morrer.
Há mais de sete anos que Rosa, de 61 anos, era seguida no Hospital de Braga, devido a um problema de pele que a obrigava a um tratamento de fototerapia, na unidade de dermatologia. Na semana passada, depois de mais uma visita de rotina ao hospital, terá sido deixada dentro da máquina de radiações durante 20 minutos, mais 15 do que era habitual. À noite, com o corpo coberto de bolhas, a sexagenária regressou àquela unidade de saúde, mas os médicos decidiram transferi-la para a Unidade de Queimados do Hospital de São João, no Porto. Menos de uma semana depois morreu, vítima de queimaduras graves.
Segundo explicou a filha, Cristina Cunha, foi um erro na programação da máquina que causou as queimaduras responsáveis pela morte da mãe. "A enfermeira que a acompanhava enganou-se no programa: a máquina tem dois tipos de radiação, A e B, com tempos de exposição diferentes. E, em vez dos cinco minutos de tratamento habitual, a minha mãe esteve na máquina durante 20."».
Segundo o meu parecer o erro maior foi deixar essa utente após o engano no tempo de exposição ,ir para casa ,ela devia ter ficado no hospital em vigilancia para que a actuação clinica fosse tratada o mais rapido possivel dado que era previsivel que a queimadura fosse do 3º grau,ou encaminhá-la logo para um hospital com unidade de queimados.
Segundo explicou a filha, Cristina Cunha, foi um erro na programação da máquina que causou as queimaduras responsáveis pela morte da mãe. "A enfermeira que a acompanhava enganou-se no programa: a máquina tem dois tipos de radiação, A e B, com tempos de exposição diferentes. E, em vez dos cinco minutos de tratamento habitual, a minha mãe esteve na máquina durante 20."».
Segundo o meu parecer o erro maior foi deixar essa utente após o engano no tempo de exposição ,ir para casa ,ela devia ter ficado no hospital em vigilancia para que a actuação clinica fosse tratada o mais rapido possivel dado que era previsivel que a queimadura fosse do 3º grau,ou encaminhá-la logo para um hospital com unidade de queimados.



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