
Afinal para onde vai a Gripe A?
Acabo de ler um artigo médico publicado por cientistas britânicos que diz o seguinte:
A pandemia da gripe A (H1N1) é “consideravelmente menos letal” do que se pensava inicialmente, afirmou esta semana o assessor do governo britânico para a área da Saúde, Liam Donaldson, com base num estudo publicado na BMJ.
A investigação, publicada na revista médica British Medical Journal (BMJ), salienta que a taxa de mortalidade causada pela doença ronda os 0,026 por cento, com base na análise de dados oficiais até Novembro.
Os cientistas britânicos recuam e afirmam que a pandemia do H1N1 é cem vezes menos letal do que a da gripe espanhola, em 1918, e quase dez vezes menos letal que as pandemias de gripe de 1957 e de 1968.
“A primeira pandemia de gripe do século XXI é consideravelmente menos letal do que se temeu de início”, afirmou Liam Donaldson, assessor do governo britânico para os assuntos médicos.
As conclusões do estudo foram conhecidas na altura em que o contágio pelo vírus H1N1 na Grã-Bretanha continua a diminuir, contrariando as previsões iniciais.
Também no início desta semana, uma equipa de cientistas do CDC (Centro de Controle de Doenças) afirmou que a gripe A H1N1 poderá tornar-se a mais fraca pandemia registada, com uma taxa de óbitos inferior à da gripe comum. O artigo foi publicado na PLoS Medicine.
Os investigadores dos CDC analisaram os dados de duas cidades (Milwaukee e Nova Iorque) e estimaram a taxa de mortalidade em 0,048%.
“Este rácio significa que cerca de uma em 2 mil pessoas que desenvolvem sintomas de gripe pandémica H1N1 acabam por morrer”, diz Marc Lipsitch, da Universidade de Harvard, um dos autores do estudo.
A necessidade de hospitalização terá rondado os 1,44% e 0,24% dos pacientes necessitaram de cuidados intensivos.
A pandemia da gripe A (H1N1) é “consideravelmente menos letal” do que se pensava inicialmente, afirmou esta semana o assessor do governo britânico para a área da Saúde, Liam Donaldson, com base num estudo publicado na BMJ.
A investigação, publicada na revista médica British Medical Journal (BMJ), salienta que a taxa de mortalidade causada pela doença ronda os 0,026 por cento, com base na análise de dados oficiais até Novembro.
Os cientistas britânicos recuam e afirmam que a pandemia do H1N1 é cem vezes menos letal do que a da gripe espanhola, em 1918, e quase dez vezes menos letal que as pandemias de gripe de 1957 e de 1968.
“A primeira pandemia de gripe do século XXI é consideravelmente menos letal do que se temeu de início”, afirmou Liam Donaldson, assessor do governo britânico para os assuntos médicos.
As conclusões do estudo foram conhecidas na altura em que o contágio pelo vírus H1N1 na Grã-Bretanha continua a diminuir, contrariando as previsões iniciais.
Também no início desta semana, uma equipa de cientistas do CDC (Centro de Controle de Doenças) afirmou que a gripe A H1N1 poderá tornar-se a mais fraca pandemia registada, com uma taxa de óbitos inferior à da gripe comum. O artigo foi publicado na PLoS Medicine.
Os investigadores dos CDC analisaram os dados de duas cidades (Milwaukee e Nova Iorque) e estimaram a taxa de mortalidade em 0,048%.
“Este rácio significa que cerca de uma em 2 mil pessoas que desenvolvem sintomas de gripe pandémica H1N1 acabam por morrer”, diz Marc Lipsitch, da Universidade de Harvard, um dos autores do estudo.
A necessidade de hospitalização terá rondado os 1,44% e 0,24% dos pacientes necessitaram de cuidados intensivos.
.A pergunta que fica no ar:
Porque é que se mobilizou tantos meios a nível mundial se o vírus H1N1 tem consequência tão benigna?
Será que a montanha pariu um rato...?
Ou será que existem muitos ratos que pretenderam à custa da boa fé de muitas pessoas, aproveitarem-se da sua falta de formação na área…?
Com a actividade gripal a regredir em muitas regiões do globo e com uma severidade menor do que a princípio se temeu, a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem sido pressionada para baixar o nível de alerta pandémico. Contudo, os responsáveis da OMS dizem que é prematuro.
Será que a OMS não baixa o nível de alerta dado não querer perder a credibilidade (que já a perdeu).
Com a precipitação com que criou tudo isto, não sei se o seu futuro não ficará ofuscado.
Meus Senhores:
PREVENIR com certeza: com dados científicos credíveis !
Especular cuidado....
SERVIR interesses NUNCA!


2 Comments:
Caro dr.
Pode ter havido aproveitamento sim, de pessoas / instituições a fim de realizar proventos económicos mas "vale mais previnier do que remediar" como diz o ditado popular. Eu já tomei a dita por fazer parte de grupo de risco e também porque a minha filha que é de pneumologia me incentivou.
Um bom e são(to)Natal para si,sua família e próximos.
fred
Um Ano de 2010 cheio de alegria, sonhos, saúde, felicidade, sucesso e todas as coisas boas que desejes.
Beijinhos
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